Durante entrevista ao Migalhas, a conselheira do CNJ, Daniela Madeira, afirmou que a inteligência artificial tem sido adotada como ferramenta de apoio à atuação da magistratura.
“A inteligência artificial, dentro do Poder Judiciário, veio para otimizar o trabalho da magistratura como um todo.”
Segundo Daniela Madeira, o principal objetivo do uso da tecnologia é agilizar rotinas administrativas e permitir que os juízes possam se concentrar na análise e julgamento dos processos.
“Questões como gerência dentro do gabinete e o resumo de peças processuais, tudo isso vêm para auxiliar o juízo na hora da decisão judicial”, explicou.
Entretanto, a conselheira destacou que a responsabilidade pelas decisões permanece exclusivamente com os magistrados.
“A decisão judicial não vai depender da inteligência artificial, vai sempre depender da inteligência humana.”
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O evento
O XIII Fórum Jurídico de Lisboa acontece de 2 a 4 de julho e tem como tema “O mundo em transformação – Direito, Democracia e Sustentabilidade na Era Inteligente”. O evento reúne autoridades e acadêmicos de diversas áreas para discutir como a chegada da Era Inteligente tem moldado as relações entre Estados, instituições, empresas e sociedade.


