STF e big techs: Barroso nega ativismo e diz que não agradará a todos

STF e big techs: Barroso nega ativismo e diz que não agradará a todos

Durante julgamento no STF sobre a responsabilidade civil das plataformas digitais, nesta quinta-feira, 26, ministro Luís Roberto Barroso afirmou que a Corte está apenas cumprindo sua função institucional.

O presidente reforçou que o Tribunal não está legislando, mas sim decidindo casos concretos: “Estamos definindo critérios que vão prevalecer até o momento que o Poder Legislativo, se e quando entender por bem, vier a prover acerca dessa matéria“.

Segundo Barroso, o julgamento é necessário para estabelecer parâmetros que orientarão não apenas o próprio STF, mas também os demais tribunais do país.

O ministro também esclareceu que não cabe ao Tribunal decidir se vai julgar ou não determinadas matérias, mesmo quando envolvem temas controversos ou ainda não regulamentados por lei.

O Tribunal não tinha e não tem a opção de dizer ‘nós não vamos julgar essa questão porque não há lei específica’, ou ‘porque ela é muito complexa’, ou ‘porque ela é divisiva da sociedade‘”.

Por fim, concluiu: “Se há uma maneira nessa vida de não agradar ninguém, é querer agradar todo mundo“.

Confira:

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